Hoje não vou escrever sobre nada. Sentir nada viver nada. Me entrego à paz, à tua ausência, me abstenho à consciência. Sou nula, nua de estilo, crua de mim mesma. Sou tudo, sou nada, Um inteirvalo de coisa alguma.
Escrito por JKS! às 21h44
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Corro atraz do meu direito de ir e vir de ser e estar. meu direito de pensar, de escolher ficar, de partir por gosto, de respirar ar puro, ou se então, quiser tragar. meu direito de beber, direito de parar, de não saber, de procurar. Até meu direito de correr atraz do meu direito. Corro porque gosto de ter escolhas Não por necessariamente gostar das escolhas que faço. Escolho porque posso, Não porque assim me mandaram.
Escrito por JKS! às 03h20
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...mas a vida é assim, se enganar, se deixar enganar, enganar e quem sabe no meio disso tudo você não ache verdade. Vitor Martins.
Escrito por JKS! às 16h10
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Não quero mais, chega, acabou. Não, não falo de relacionamentos, papeis assinados, simbólicos, contratos, acordos verbais, compromissos reais e vazios, Chega! Deixe-me à ausencia de sentir, é só o que peço, posso? Não tenho paciência para estradas de tijolos folheados a ouro. Não quero brincar de deixar a vida me levar já que nem ela sabe pra onde ir. Antes perdida que sem rumo. Só não quero mais sentir, Sentir me faz viver, mas esse viver me faz... Sentir, Sentir... e é o que me deixa vulnerável, maleável, quebradiça. Não quero quebrar, Não quero mais.
Escrito por JKS! às 11h26
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Escrevo porque o momento existe... Quando a existência já é tão relativa. Escrevo porque a alma pede, insiste... Mas nunca fui de cumprir obrigações. Escrevo por que o ar me sufoca... Se bem que sua falta me leva a viagens. Enfim escrevo... por escrever, por inércia, por continuação do corpo, por realização da alma, por necessidade básica, realização primária. Porque assim aprendi, porque assim ensinei, porque não resisti... Porque escrevi... Fiquei.
Escrito por JKS! às 00h01
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A delicadeza da descoberta, do presente. Seus olhos brilhando como quem vê um cometa, um milagre. Como um diamante preso às rochas, sendo arrancado da brutalidade bela e pura. Sendo lapidado com o molde e a perfeição comum. Vejo vida em cada janela, Vejo o preparo para cada sobre vida. Ninguem espera o que não deseja. Não desejo, presencio, espero o presente.
Escrito por JKS! às 23h51
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Minhas palavras me entregam, me contam, me encantam, me levam pra fora. Minhas palavras me coram, me fazem enxergar, dançar, amar. São elas que me têm, são as únicas e com elas sou única. Sou toda, toda uma. As amo, reclamo, inflamo, respiro. Sou nelas e nelas vivo.
Escrito por JKS! às 23h44
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De quiança!
Fiquei fazendo cachinhos com os dedos nos cabelos Acho que pra desenrolar alguma idéia de minhoca. Fiquei me inclinando pra poder pensar deitado, de lado, virado, do avesso pra ver se via o contrário do começo. Fui começando pelo fim, que agora é começo, que é fim, começo, meio assim, tempo travesso, fugindo de mim, tirando com a minha, pegando uma peça e saindo sem pressa, cantando e dançando uma MPB bossa velha, MPB bossa nossa Pulando e criando uma idéia de mola de cachinho, cachola que pensa com a sola, querendo ir embora. êta idéia inclinada, virada, passada, essa de fugir sem parar Agora, Que eu acabei de começar!
Escrito por JKS! às 16h53
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Quem me faz sorrir? Você me pergunta sobre o sorriso da alma ou a estampa plástica caricata em meu rosto? Eu sorrio pro mundo, pra vida, pra passarinhos e flores e toda a palhaçada de natureza e harmonia que me fazeem rodar. Eu me estampo pras máscaras, por educação, pra evitar a briga, a fadiga, a intriga, por modéstia, por esperança, por verdades quebradiças, trincadas. Eu sorrio por tudo e por nada.
Escrito por JKS! às 16h51
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Meu desespero se encontra na espera em ser descoberta, em ser decifrada da maneira mais simples, comprendida. Sou apressada e curiosa a ponto de descobrir rapidamente intensões, sensações, sentimentos, relações e tudo de subjetivo que possa me ser apresentado. Sou curiosa ao que diz respeito a procura, descoberta, conhecimento. Vivo sempre buscando saber e não só a ciência. Minha querida sofia que me perdoe, mas sujeitos me despertam mais que elementos, Almas me instigam mais que átomos. Sou cutucada diariamente por dedos que me enchem com a intenção de me empurrar e me levar a algo que não seja aqui. Sou sempre constante com um só objetivo, mudar.
Escrito por JKS! às 00h40
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Estou sentindo os vícios dos psicopatas. Vicio em tocar, modificar e transformar qualquer essência. Sinto a euforia de realizações concluídas, sinto o desejo de poder invadir uma alma e destroçá-la com a intenção de construir. Construo edifícios cercados de espelhos que focam no chão. Suas raízes, siamesas efêmeras, te contam o final de uma história sem fim. Sinto a curiosidade do próximo ato, com texto marcado e foco na peito. Sinto minha respiração ofegante pensando naquilo que já despertei. Algo me move e acalma o desespero do que já foi passado, foi um sopro, um susurro, vendaval.
Escrito por JKS! às 01h31
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Sinto falta das decepções, bons tempos aqueles em que eu acreditava! Acordo pra vida, com vontade de sonhar. Há algo em minhas ilusões que me atraem pra brincadeira. Sou adulto iludido e criança desperta. Tenho olhos abertos pra brilho ofuscado, vento parado, água sem gás, fogo sem chama, vida apoética, sinto falta da poesia, falta de sentir, das decepções. Me chacoalha, me bate, me esmurra se for preciso me acorda, me olha grita o que te convém, chora, me ama, me engana se te fizer feliz, Viva uma poesia. Mata uma poesia, tenha uma poesia. envolva-se, emocione-se, decepcione-se, viva... de novo, fala uma poesia....
Escrito por JKS! às 01h25
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Tudo que eu quero é fugir, meu corpo pede distância dos sentimentos. Minha alma clama por esperança ao inves de amor, estou farta dele. A certeza de ser completa me consome por mais que a dúvida persista em ... sei lá... persistir. Já não quero mais sentir, são dedos, olhos, boca tudo me repete que devo desperceber. tudo menos o que me move. o que me move? Sou intensa, droga! Intensa.
Escrito por JKS! às 13h25
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Todos os poetas são lunáticos, amantes, fanáticos. Alienados por um romance. Mesmo que não haja lua, Lunáticos!
Escrito por JKS! às 21h56
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Quero ser pedra fria, reluzente, ouro de tolo. Cristalina, translúcida como acrílico. Quero ser o papel, bilhete de amor dobrado no teu bolso. Romântica caipira, cidade grande e idéia curta. Ser como a lua, Que hoje é e amanhã já foi. Quem sabe ser tua E acreditar no amor? Meu coração é teu, Mente, corpo e espírito. Te entrego a espada, De escudo, máscara e capa. Te deixo a minha verdade, sua mentira, Essa realidade.
Escrito por JKS! às 02h10
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